| 1 x de R$41,60 sem juros | Total R$41,60 |
| 2 x de R$24,26 | Total R$48,53 | |
| 3 x de R$16,26 | Total R$48,78 | |
| 4 x de R$12,36 | Total R$49,45 | |
| 5 x de R$9,96 | Total R$49,84 | |
| 6 x de R$8,34 | Total R$50,06 | |
| 7 x de R$7,18 | Total R$50,27 | |
| 8 x de R$6,30 | Total R$50,43 | |
| 9 x de R$5,62 | Total R$50,58 | |
| 10 x de R$5,08 | Total R$50,85 | |
| 11 x de R$4,64 | Total R$51,12 | |
| 12 x de R$4,27 | Total R$51,35 |
Se a cidadania pode ser definida como o conjunto de direitos e deveres individuais, garantido por instituições justas, visando ao bem coletivo, a prática, no entanto, tem mostrado que nem sempre é assim ou, pelo menos, não para todo mundo. Nesse livro, o filósofo Mario Sergio Cortella e o comunicador Marcelo Tas conversam sobre o tema de um ponto de vista pouco convencional. Eles expõem o avesso da cidadania, aquela que não é ética, decente, e sim vexatória obscena. Hoje, observa-se muitas vezes que a cidadania se caracteriza mais como inclusão precária, vide os inúmeros problemas que enfrentamos no Brasil com saúde e educação, por exemplo. Diante disso, os autores apontam possíveis mecanismos de enfrentamento a esse cenário fraturado. Entre as questões que trazem para discussão, eles avaliam o papel social dos formadores de opinião na promoção da cidadania e na consequente recusa ao obsceno, especialmente em nossa era digital. E questionam: com as redes sociais, será que de fato participamos mais ativamente como cidadãos? Entre a intenção e a adesão às causas boas, como se insere a prática concreta?
