| 1 x de R$35,90 sem juros | Total R$35,90 |
| 2 x de R$20,94 | Total R$41,88 | |
| 3 x de R$14,03 | Total R$42,10 | |
| 4 x de R$10,67 | Total R$42,68 | |
| 5 x de R$8,60 | Total R$43,01 | |
| 6 x de R$7,20 | Total R$43,20 | |
| 7 x de R$6,19 | Total R$43,39 | |
| 8 x de R$5,44 | Total R$43,52 | |
| 9 x de R$4,85 | Total R$43,65 | |
| 10 x de R$4,38 | Total R$43,88 | |
| 11 x de R$4,01 | Total R$44,12 | |
| 12 x de R$3,69 | Total R$44,31 |
O cenário é Vila Rica, Minas Gerais, 1798, alguns anos antes da Inconfidência Mineira. Uma série de poemas satíricos começa a circular pela cidade, no formato de cartas trocadas entre dois amigos: Citrilo, habitante de Santiago do Chile, e o amigo Doroteu, residente na Espanha. As cartas revelam críticas ferozes contra a forma de governo corrupta de Fanfarrão Minésio. Tomás Antonio Gonzaga faz uso de sua forma mais satírica e debochada de redação para pôr em cheque a mediocridade administrativa do, na época, Governador de Minas Gerais, Luis da Cunha Meneses. Escritos em versos decassílabos brancos (sem rimas), os poemas mostram a genialidade do autor e se estabelecem como a obra satírica mais importante do século XVIII no Brasil. Recheados de críticas ferrenhas contra a mediocridade do governo da época, Cartas Chilenas se mantém atual e um clássico da Literatura Brasileira.
