| 1 x de R$55,99 sem juros | Total R$55,99 |
| 2 x de R$32,65 | Total R$65,31 | |
| 3 x de R$21,88 | Total R$65,65 | |
| 4 x de R$16,64 | Total R$66,56 | |
| 5 x de R$13,41 | Total R$67,08 | |
| 6 x de R$11,23 | Total R$67,38 | |
| 7 x de R$9,66 | Total R$67,66 | |
| 8 x de R$8,48 | Total R$67,87 | |
| 9 x de R$7,56 | Total R$68,08 | |
| 10 x de R$6,84 | Total R$68,44 | |
| 11 x de R$6,25 | Total R$68,81 | |
| 12 x de R$5,75 | Total R$69,11 |
No início da década de 90, várias crianças desapareceram no Paraná. Em 6 de abril de 1992, na cidade de Guaratuba,
litoral do estado, foi a vez do menino Evandro Ramos Caetano, de 6 anos. Poucos dias depois, seu corpo foi encontrado sem mãos, cabelos e vísceras, o que levou à suspeita de que ele fora sacrificado num ritual satânico. Passados três meses, numa reviravolta que deixou até os investigadores atônitos, sete pessoas ― incluindo a esposa e a filha do prefeito da cidade ― foram presas e confessaram o crime. O caso, que ficou conhecido como “As bruxas de Guaratuba”, teve imensa repercussão. Especulações sobre o crime diabólico preencheram páginas e mais páginas de jornais, e ocuparam a programação televisiva. Os desdobramentos judiciais se estenderam por cerca de três décadas. Neste livro reportagem, criado a partir da pesquisa feita para a quarta temporada do podcast Projeto Humanos, Ivan Mizanzuk conta como procedimentos investigativos contestáveis
e denúncias de tortura puseram em xeque a validade não apenas do trabalho policial, mas também das confissões dos supostos culpados.
