"Madalena rasgou o papel em pedacinhos e atirou-os pela janela: - Miserável! Saiu como um redemoinho. No corredor ainda gritou: Assassino! Atordoado, murmurei: Cachorra! E fiquei olhando os pedaços de papel que na manhã de vento espaçavam pelo jardim, entre as folhas das roseiras. Longe, no salão ou na cozinha, Madalena continuava a gritar: -Assassino!"
