| 1 x de R$31,92 sem juros | Total R$31,92 |
| 2 x de R$18,61 | Total R$37,23 | |
| 3 x de R$12,47 | Total R$37,43 | |
| 4 x de R$9,48 | Total R$37,95 | |
| 5 x de R$7,64 | Total R$38,24 | |
| 6 x de R$6,40 | Total R$38,41 | |
| 7 x de R$5,51 | Total R$38,58 | |
| 8 x de R$4,83 | Total R$38,69 | |
| 9 x de R$4,31 | Total R$38,81 | |
| 10 x de R$3,90 | Total R$39,02 | |
| 11 x de R$3,56 | Total R$39,23 | |
| 12 x de R$3,28 | Total R$39,40 |
O ano é 4300. Após um deslizamento, cinco exploradores ficam presos numa caverna. Os suprimentos acabam. Quando conseguem contato com o mundo exterior, aqueles homens descobrem que só sobreviveriam à inanição caso um deles se sacrificasse para alimentar os demais. Quando, dias depois, a entrada da caverna é desobstruída, todos descobrem que havia apenas quatro deles vivos: um fora devorado, a fim de possibilitar que todos os outros sobrevivessem. Essa parece ser uma macabra história de ficção científica, mas trata-se de um dos textos mais relevantes e debatidos de todo o mundo jurídico. Afinal, quando levados ao tribunal, os quatro sobreviventes deveriam ser absolvidos ou condenados? E com base em que argumentos? Figuram nestas páginas os votos dos cinco juízes responsáveis pelo julgamento do caso. Porventura têm força e coerência diante daquilo que os exploradores fizeram?
